mesmo que não valha a pena, despedir-me de uma maneira elegante e expressiva, eu tomei a decisão de o fazer. custa-me deixar-te assim desta maneira, sem uma palavra a dar-te directamente. eras-me bastante indiferente, enquanto me "pertencias", era como qualquer pessoa que passa por mim na rua, mas hoje, do dia para a noite, é como se tu já existisses, tu já tivesses um significado por mais mínimo que seja, e na verdade, já não me és tão indiferente como eu garantia que eras. eu só queria, momentos felizes, não queria um conto de fadas, eu só queria pertencer-te por um hora, e nunca mais me lembrar de ti, até voltar-te a ver, mas hoje, não sei o que se passou, é como se a saudade invadisse todo o meu coração. amanhã eu sei que vai passar, e eu já nem sequer me vou lembrar que alguma vez, tu me olhaste no olhos, que alguma vez, disseste ter saudades minhas, que alguma vez disseste que me protegias. na verdade, já pensei que a tua vinda, para a minha vida, era permanente, mas na verdade, é só um visita, porque eu descobri que a capacidade que tu tens, não é suficiente, para seres uma marca na minha vida, acabarás só por ser uma mera lembrança. não te vou definir como um obstáculo na minha vida, nem muito menos um capitulo, apenas te vou definir como mais uma aprendizagem. a maneira como eu pensava que eras, não és, tu parecias uma pessoa, não crescida, mas sim diferente, tu parecias tão simples, mas tão especial cada vez que dizias algo fora do comum, na verdade o que mais me interessou em ti, foi a tua forma de agir directamente e naturalmente. talvez, hoje as tuas saudade, já não sejam saudades, ou talvez nunca foram saudades, foi só mais um ponto no teu jogo, mas não me interessa, não me magoa, as regras eram essas, sair-mos disto sem significado. beijinho, sorri sempre, é a coisa mais bonita que tens em ti.

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