sexta-feira, 25 de novembro de 2011

sem nada apresentar !


Quando somos obrigados a entregar o nosso coração a alguém, parece difícil, mas conforme ele se vai indo até outra alguém, ele parece estar seguro, parece estar livre, mas preso alguém. Não me custou nada, entregar-te algo, que eu tinha muito cuidado em guardado, para um "príncipe encantado", a verdade é que tive uma grande facilidade, em entregar-te o meu coração, eu senti-me livre, mesmo que estivesse a seguir um caminho, onde não era só eu, e a minha pessoa que importavam, na minha cabeça, mas sim, um caminho, onde tu também vivias. Interrogo-me bastantes vezes, se fiz o certo ou o errado, mas o arrependimento, que me preenche por completo, faz-me perder a vontade de encontrar perguntas, que sempre quis ter respostas, que por mais que elas fossem feitas, nunca eram respondidas, e no entanto acabei apenas sabendo que nunca devia ter dado 3 grandes passos contigo. Acho que o medo, que contigo desapareceu contigo voltou aparecer, tu parecias a pessoas mais certas, não a mais correcta, mas a ideal para mim, eu encontrava algo perfeito em ti, mesmo que todo o mundo a minha volta, te metesse defeitos, te criticasse por isto ou por aquilo, eu acreditei, que todos os momentos, todos aqueles 60 (e tal) longos dias, podiam ser sempre apenas nós os dois, mas enganei-me, fomos algo que o mundo controlou, por vontade nossa. Perguntam-me muitas vezes se ainda "tu és tu dentro de mim", já foste, até mais que isso, já fosse os impossível, já foste o bom e o mau, já foste o melhor de tudo, mas acho que todos os dias que passam, fazem-me descobrir, pequenos erros teus, pequenas palavras tuas, que vão fazendo desaparecer a tua imagem de "grande" dentro de mim, pois podias nem sequer ser o melhor do mundo, mas tu eras alguém que quando dizia "adoro-te" seja no amor, ou até na amizade, dizia com sinceridade, principalmente, antes de ter uma mudança, para um desconhecido. Talvez, nem deve-se estar a escrever para ti, não é amor, não é saudade, é apenas necessidade, de dizer certas coisas, que ninguém precisa de saber, que ninguém precisa de ouvir, apenas eu preciso de descobrir escrevendo o porquê das coisas. Prometi a mim mesma, não voltar sequer a repetir o teu nome, nem sequer gastar o meu latim contigo, ou com algo que envolva o teu nome, mas houve um passado bom (a amizade), que ambos esquecemos, que ambos não apagamos de dentro de nós, mas que apenas esquecemos, mas que um dia, um de nós, ou talvez os dois se vai lembrar ou nos vamos lembrar, e pode ou podemos, nem sequer sentir saudade, mas apenas vai ou vamos interrogar-nos do porquê de muito mal que nos fizemos, de muito mal que dizemos, de palavras frias, e vamos chegar á conclusão, que apenas só um erro foi cometido, o NOSSO amor. 

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