arrependimentos? os maiores sem dúvida.
pergunto-me a mim própria, como cai numa jogada tão feia, como a tua, como fui capaz de agarrar, uma mão, que me iria deixar cair, passado dias. não pode adivinhar, que ia acontecer, arrisquei, confiei, fiz os possíveis e os impossíveis para acreditar que não sendo uma história, também não era um jogo. sempre disse ser um jogo, sempre me tapaste os olhos, mas eu sempre fiz para além das tuas palavras, sempre acreditei mais no meu coração, do que na tua boca. saudades? nenhumas, nem poucas, nem muitas. lembro-me muitas vezes de ti, recordo-me muitas vezes do nosso momento, eu quero esquecer, porque sinceramente, vivi-o sem ser obrigada, mas vivi-o em forma de erro. disseste, que ias sair da minha vida, como uma lição, e saíste mesmo, não sabia é que me irias ensinar uma lição, com uma mentira, mas afinal ensinaste-me a não confiar em quem me liga, a desejar as boas noites.

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